sábado, 17 de abril de 2010




Grande Amor

Um tão grande amor sincero e verdadeiro
Cantado em prosas e versos, pelos seresteiros.
Em toda plenitude a minha alma sufoca e corta
Ao vê-lo devagar saindo pela minha porta.
Grito em aflição, não me deixe nessa solidão
Lágrimas caem no chão, partem do meu coração.
Deito, espero na cama que me chegue o sono
Ele não vem, mostra-me que é total o abandono.
A tristeza cruel, sufocante que em mim existe
Está nos lençóis frios, desde o dia em que partistes.
©Marlène Tavares
(a Palita)
Niterói,17/04/2010